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HOMENAGEM AO FILHO PREDILETO PADRE STEFANO GOBBI

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Por seminarista Sahimon Jonathan Colombo O Movimento já nasceu: Os jornais e a televisão não são para ti. Permanece sempre no meu coração em oração. Isto, e só isto, te deve interessar e preocupar: viver comigo e por meio de mim. O movimento sacerdotal mariano já nasceu. Mas é tão frágil e pequeno que para crescer e desenvolver-se, carece de muita oração. Seja esta a tua única ocupação. Em nenhuma outra coisa acharás gosto ou consolação.   Mensagem do dia 8 de julho de 1973. Faleceu Ontem em Milão na Itália, às 15h (no horário de Milão) o nosso querido Pe. Stefano Gobbi aos 82 anos. Ele, a pedido de Nossa Senhora, deu início e levou ao mundo os Cenáculos do Movimento Sacerdotal Mariano. Acompanhado, inclusive, durante 25 anos com as mensagens dadas em forma de locução interior por Nossa Senhora, que estão no livro: “Aos Sacerdotes, filhos prediletos de Nossa Senhora”. Nós tivemos a honra de ter a presença dele em Cuiabá varias vezes. Era inexplicável o tamanho amor que ele tinh...

SANTIDADE

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Por Seminarista Jefferson Corrêa Logo de início se faz necessário vermos aquilo que a Igreja nos fala sobre este tema belíssimo, a santidade, algo que todos nós somos chamados a viver. De acordo com o catecismo, número 826, a alma da santidade é a caridade: “A caridade é a alma da santidade à qual todos são chamados. Ela ‘dirige todos os meios de santificação, dá-lhes forma e os conduz ao fim (Lumen gentium, 42)’.” Não podemos esquecer também que a santidade exige um combate espiritual, e que toda escolha exige uma renúncia, por exemplo, se eu escolhi ser padre consequentemente eu renuncio o matrimônio, ou se eu escolhi o matrimônio, consequentemente eu renuncio o sacerdócio, isso vale para todas as escolhas que fizermos durante toda a nossa vida e inclui também a escolha pela santidade. Ao escolhermos a santidade por meio de vida, escolhemos nos unir ao nosso Senhor, é a cada dia pegar a própria cruz e seguir a Crist...

A NECESSIDADE DA ORAÇÃO

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Por seminarista Jefferson Corrêa Gostaria de comentar o texto referido abaixo que me alimentou e espero que possa alimentar a mais pessoas. Atos 19,8-17.20 8   Paulo  foi  então  à  sinagoga  e,  durante  três  meses,  falava  com  toda  liberdade,  discutindo  e persuadindo os ouvintes acerca do Reino de Deus. 9 Todavia, como alguns se obstinavam na incredulidade e falavam mal do Caminho diante da multidão, Paulo rompeu com eles, tomou os discípulos à parte e, diariamente, ensinava-lhes na escola de um homem chamado Tiranos. 10 Isso durou dois anos, de modo que todos os habitantes da Ásia, judeus e gregos, puderam ouvir a palavra do Senhor. 11 Deus realizava milagres extraordinários pelas mãos de Paulo, 12 a tal ponto que pegavam lenços e aventais que tivessem tocado sua pele, para aplicá-los sobre  os  doentes,  e  as  doenças  os  deixavam  e  os  espíri...

O coração humano (1)

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por seminarista Carlos Gomes O homem sempre procurou Deus como um louco sedento do sublime em meio às misérias do seu tempo. Jeito um tanto forte para iniciar esta reflexão, mais complicado ainda, fazer uma “análise” deste porte, não porque os termos são vagos, mas sim, devido a centralidade do coração humano, enquanto o objeto de pesquisa. Este objeto pulsa para além do ritmo biológico, trata-se de um pulsar de palavras ditas no silêncio dos fatos históricos, e que, neste sentido, espera um interlocutor, alguém que tenha uma capacidade de adentrar um contexto assim, alcançando o infinito que “sustenta” o viver. Por outro lado, não temos dúvidas de que as manifestações religiosas ao longo do “pulsar histórico” encontram um horizonte para além da práxis, não porque o sentido do agir é algum elemento teórico do agir, mas sim, porque nas entrelinhas do agir o interlocutor se apresenta sem destruir o “pulsar silencioso”, antes, se apresenta neste redil da busca do sublime, para se apresent...

SABER QUE EDIFICA

Ao invés de amar os outros, a pessoa sentimental ama o seu comodismo . Que pensaríamos de um cirurgião “tão bonzinho” que não tivesse a CORAGEM de operar uma pessoa jovem de um tumor maligno porque seria “doloroso demais”? Seria um criminoso por omissão. Em muitas ocasiões na vida, é preciso abrir e cortar, ainda que doa, para ajudar a curar; quando o “paciente” recuperar a saúde, agradecerá aquele gesto nada sentimentalóide. Os pais e os educadores deveriam meditar nisto seriamente. O receio de enfrentar dificuldades pode potencializar no sentimental a tendência a agarrar-se á infância, dando-se à flagrante aberração de pessoas crescidas que se comportam como crianças mimadas: caprichosas, cheias de dengos e teimosias. E como nem sempre a vida nos trata com dengos e mimos, mas com pauladas e safanões, as reações são as mesmas da criança contrariada. Pouca coisa séria se poderá fazer na vida se não se supera essa infantilidade que impede de abraçar a vida com as suas alegrias, mas t...

Reconciliação

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por Seminarista Jefferson Corrêa O sacramento da reconciliação e penitência além de exigir de nós um reconhecimento da nossa miséria, da nossa iniquidade, nos faz ver também a grandiosidade de Deus, o tamanho da sua misericórdia e amor por nós. Nós necessitamos desse ato de conversão mesmo depois do batismo, pois os sacramentos da Iniciação Cristã não acabam com a concupiscência, essa inclinação ao pecado que possuímos devido ao pecado original e que faz com que a vida cristã seja um combate, uma luta a que somos chamados a travar todos os dias para nossa santificação. Há, portanto, duas conversões: uma através do batismo (que exige uma adesão à fé), outra através da penitência, como nos fala Santo Ambrósio: “existe a água e as lágrimas: a água do batismo e as lágrimas da penitência”. A conversão não é somente um ato exterior. É necessária uma profunda mudança interior; a reconciliação não é obra de nossas mãos. Assim como nós só amamos porque fomos amados por primeiro pelo própr...

“Deixai-vos reconciliar com Deus”

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“ Deixai-vos reconciliar com Deus ” ( 2Cor 5,20 ) Reflexão feita aos seminaristas na “tarde de espiritualidade”, em 15 de março de 2011 . Por: P. Reginaldo de Souza Oliveira – reitor do seminário Meus queridos seminaristas! Estamos aqui, diante de Nosso Senhor e Rei, Cristo Jesus, exposto no altar. A ele sejam dadas toda glória e adoração. Ele, de fato, está vivo e nos amando neste momento, nos atraindo com seu Amor misericordioso e vivificante. “ Pedimos-vos hoje, Senhor: não nos deixeis sair de mãos vazias, mas concedei-nos vossa graça santificadora para vivermos nova vida, para renovar os nossos corações e ter, em nós, restaurada sempre mais a vossa imagem. Pedimos-vos, Senhor, por intercessão de Vossa Santíssima Mãe e Senhora Nossa, a Bem-Aventurada Virgem Maria ”. Propomo-nos, neste breve, mas, queira Deus, intenso momento de espiritualidade, nos colocar debaixo da Palavra vivificante de Deus, nosso Pai, e deixar-nos moldar por ela. E queremos fazê-lo na medida e...

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