Reflexões sobre o coração humano (2)

O coração do homem e da mulher experimenta um drama fundamental sempre que se tem em mente um compromisso firme de começar ou terminar um projeto: trata-se de ser conduzido pela lógica de tornar-se uma expressão mais simples daquilo que propriamente acontece em nossos universos interiores. Interessante notar que o nosso melhor, quando bem intencionado, é sempre um dom ao outro uma vez que o Amor que um dia nos encontrou não sabe ser gracioso de uma forma que não seja a de “tomar a iniciativa, colocando em comum tudo o que possui. Por conseguinte é um amor que transforma.” (Chiara Lubich, 1992) Simplificar e amar se conjugam num mesmo tempo de entrega em cada oferta humana que é apresentada em meio a alegria de carregá-Lo “em vasos de argila” (2 Cor 4, 7), mas vamos considerar como nossa, uma santa dificuldade que são Francisco de Sales propôs: “Que devemos, pois, fazer para amar? Para isso, não precisamos de nenhum outro truque que não seja, simplesmente amar, tal como aprendemos a tocar alaúde, e a dançar dançando.” Ótima semana!

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